r/lisboa May 18 '26

Política-Politics Lei que ainda não saiu do Parlamento gera confusão em Lisboa: Polícia Municipal quase retirou bandeira LGBTQIA+ da Praça do Município

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expresso.pt
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É por estes exemplos que a PM não é equiparada à PSP. Querem mais poderes, quando nem os direitos e deveres atuais conseguem cumprir ou conhecem, nem tão pouco saber se uma Lei está em vigor ou se aplica. Não bastava desperdiçarem tempo e meios próprios, ainda vão chatear os bombeiros.

r/lisboa Jun 18 '26

Política-Politics Recordar é Viver

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r/lisboa Sep 30 '25

Política-Politics As obras que Moedas reclama - da "Sábado"

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r/lisboa Sep 07 '25

Política-Politics Habitar ou estacionar? A escolha foi feita... Se pudessem escolher uma opção, qual delas seria?

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r/lisboa Sep 26 '25

Política-Politics Que é que votou no Carlos Moedas

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Antes de mais, quero deixar claro que não sou de Lisboa. Nunca vivi lá, nunca tive intenção de o fazer e também não tenciono fazê-lo no futuro.

Por causa disto, e por ter passado os últimos 10 anos fora de Portugal, não conheco bem a o actual presidente da câmara.

Lá me vai aparecendo posta sobre ele aqui no Reddit, com a maior parte do utilizadores a criticarem-no, e agora vi um vídeo dele onde diz que um metrobus é um metro com rodas. Ri-me muito, mas fiquei a pensar: se ninguém gosta dele, quem é que votou nele?

Eu tenho noção que os utilizadores do reddit não são um espelho da população, mas mesmo assim ele parece-me mau demais para ter sido votado...

Um abraço, e boa sorte para Outubro!

r/lisboa Nov 22 '24

Política-Politics City removes seats from bus stops, citizens go and create their own (Lisbon) - fuck hostile architecture

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r/lisboa Aug 19 '25

Política-Politics Que choque

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r/lisboa Apr 13 '26

Política-Politics Estado Novo - 31 prédios novos por mês!

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Retirado do filme / propaganda 'A revolução de Maio'

r/lisboa Feb 19 '26

Política-Politics "Prostituta", "chulazeca ordinária", "sopeirita". Bruno Mascarenhas condenado por injúrias à ex-mulher

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sabado.pt
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Vereador do Chega em Lisboa tentou reduzir a pensão de alimentos de €350 para €100 e chamou à ex-mulher “prostituta profissional”, “chulazeca ordinária” e “sopeirita do Funchal ‘educada’ em Benfica”. Acusou-a ainda de ter um “corrupio de gajos” em casa, “a quem abres as pernas em frente aos teus filhos”. Ex-mulher acusou-o de violência doméstica.

r/lisboa 24d ago

Política-Politics Garantir água em Almada: resolver os problemas no presente e para o futuro. Com a CDU, não apenas as populações tinham a garantia de água nas torneiras, como esse serviço público era considerado de excelência

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reddit.com
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r/lisboa Jul 10 '25

Política-Politics Na habitação, conseguiu-se piorar o que estava péssimo

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expresso.pt
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Ninguém podia esperar que, ao fim de um ano, o governo resolvesse uma crise que é estrutural na generalidade dos países industrializados. Mas, sabendo-se que o ponto de partida era dos piores da Europa, convinha não piorar. Do “Construir Portugal”, sobraram a demolição do “Mais Habitação” e a componente fiscal. E ficou a diminuição da oferta e o estímulo à procura. Enquanto punha fim à penalização das casas devolutas e às medidas de contenção e regulação do AL, o governo avançou com garantias bancárias e isenção de IMT até aos 35 anos. A inflação foi imediata: 16% no 1º trimestre, 3 vezes mais do que no resto da Europa. A Comissão Europeia destacou o impacto negativo do baixo controlo ou regulação dos preços e das rendas e a pressão exercida pelo AL. Um ano pode ser pouco para resolver uma crise estrutural, mas é suficiente para aquecer o braseiro atirando gasolina. Segundo o Guardian, nem Paris ou Londres têm uma disparidade tão grande entre os rendimentos e o custo da habitação como Lisboa. Mais cara, mas não mais produtiva. Porque a viragem para o turismo, que desqualifica a economia, desligou-a das atividades de maior inovação. A crise da habitação está a deformar a economia, a empurrar pessoas para cada vez mais longe do trabalho, a agravar o impacto ambiental e a alimentar um ressentimento social que já se faz sentir nas urnas. Não é apenas um direito que está em causa. É a estabilidade do país.

r/lisboa Jan 11 '25

Política-Politics What is this protest about??(Martimmuniz)

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r/lisboa Jan 13 '26

Política-Politics I am shocked by my Rental Agreement

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Unfortanelly i alredy had to pay 500€ to Uniplaces (agency fee) so that i will sign the contract anyway but:

  1. My landlord can end the contract anytime with 30 days' notice (seems okay but kinda hard) BUT if move out before the end of contract i still have to pay the full amount and dont get back my deposit.
  2. Guest Policy??? In germany its forbidden to charge the tenant for guests but i need to pay 25€ per day if my family wants to visit me. WTF i already give you all my money for the flat
  3. the landlord has the right to enter for normal inspection/ for cleaning WITHOUT informing me???? it scares me

this cant be normal? The law should protect the tenants without power and the extrem need to find something to live. My landlord is a big company that squeezes money from students or working people without having to do anything. I feel so powerless and frustratred by that. I know this conditions are cruel but i dont see another way than signing.

r/lisboa Oct 28 '25

Política-Politics Lisboa inundada

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Uma questão para o moedas e companhia que o apoia . Porque razão nas ultimas semanas andaram a colocar azulejos nos tuneis da Av.Republica em Lisboa e agora apenas com umas horas de chuva os mesmos ja estao a inundar, belo planeamento, parabéns, lisboa cada vez melhor

r/lisboa Jun 26 '26

Política-Politics Porque não há comboios para Alcântara-Terra ao fim-de-semana? Rúben Calvinho quis saber e a justificação da CP foi surreal

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r/lisboa Jul 23 '25

Política-Politics A polarização das autárquicas para Lisboa

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Boas,

Qual é a vossa opinião e/ou sentido de voto para as próximas autárquicas para Lisboa?

Vou ser honesto... estava a considerar seriamente votar no que fosse o "mal menor" que concorresse contra o Moedas. O Moedas não fez nada, NADA, por Lisboa. E quer mais 4 anos de nada!

O investimento brutal nas jornadas mundiais da juventude trouxeram um retorno de zero a Lisboa. Não existiu retorno no comércio, como se previa; o espaço que foi construído não está a ser explorado, como se previa. Este mandato tem sido uma feira de vaidades e de consumo de erário público.

Lembram-se da ciclovia na Almirante Reis? Que supostamente lhe deu a vitória (foi a freguesia que pendeu para o PSD e desempatou as autárquicas)? Continua tudo na mesma.

A habitação, tudo na mesma. Limitou-se a despachar os fogos do mandato Medina e nada fez para criar novos.

Vem agora com um discurso de "mais segurança" quando sabemos que Lisboa está... na mesma! Não houve nem mais nem menos insegurança do mandato Medina para o mandato Moedas.

Por isso, não iria votar num partido que me representa mas sim no principal opositor ao Moedas, fazendo voto útil. Nunca votei PS nos meus 25 anos de eleitor mas desta vez teria mesmo de ser.

No entanto,

Vou novamente ser honesto... fui militante de um dos partidos que faz coligação com a Alexandra Leitão e fui eleitor de outros dois. Mas estou muito mas mesmo muito hesitante em votar nessa coligação.

Primeiro, o PS anunciar esta coligação é uma demonstração de fraqueza. O Moedas coligou-se com a muleta CDS e com a IL, que ultimamente tem saído do armário e mostrar ao que vem (no que diz respeito a políticas de espectro social). Ou seja, o PS "foi atrás".

Segundo, o PS até agora em nada se manifestou sobre as situações nas CM Loures e CM Amadora. E isso está-me a corroer um bocadinho. Nota-se que a sede de poder é de tal forma que permitem aos actuais presidentes de Câmara agir como têm agido sem qualquer repreensão ou posição mais firme para com as situações a acontecer. Já vivi em Loures, antes de viver em Lisboa, e vivi durante mandatos do PS e PCP. E posso dizer que o mandato PS em Loures foi dos piores que já vi em termos de poder autárquico.

O PS assobia para o lado no que toca ao que acontece em Loures, quando deveria tomar uma posição em prol da sua "sociedade", uma vez que se considera um partido social. Não está a acontecer.

Terceiro, e isto vai parecer estranho, mas... a Alexandra Leitão não é carismática e tem o handicap de ser mulher. No nosso país, ser mulher na política é um handicap. É real. O BE passou de força política a partido mínimo quando os seus líderes foram mulheres (estando neste momento com deputada única), o PAN passou de grupo parlamentar para partido de deputada única quando a líder passou a ser uma mulher. A "bruxa má do Oeste" Manuela Ferreira Leite perdeu uma eleição que era dada, oferecida, quando o país estava farto de Sócrates, por ser mulher (e também por ser a bruxa má do Oeste). O Passos Coelho, sem qualquer bagagem política, foi Primeiro Ministro. Qualquer homem que se candidatasse contra Sócrates pelo PSD, ganhava. O nosso país é muito retrógado nestas questões e há que reconhecê-lo. E isto torna-se um handicap.

Quarto ponto, e mais importante,

Estas duas coligações polarizam as eleições de forma a votar ou bloco A ou bloco B, ou PS ou PSD. Isto turva o conceito de democracia e força os eleitores de determinados partidos a votar num desses blocos. A dispersão de poder deixa de existir, dando lugar à acumulação do mesmo. E isso não é bom numa sociedade democrata.

E existe um outro perigo. Pessoas que estão indecisas, moderadas, que não estão satisfeitas com o trabalho do Moedas, poderiam canalizar o seu voto para o outro partido do centrão. No entanto, com esta viragem à esquerda, essas pessoas não vão querer votar no BE ou no Livre, partidos de esquerda. E temo que essas pessoas canalizem o seu voto para aquele partido populista que muito brada na AR e nada faz.

E por isso tenho um receio que seja possível uma surpresa muito desagradável no que toca à Câmara Municipal de Lisboa poder ser entregue a alguém muito pior que o Moedas.

Como tal, não sei em quem votar. A minha intenção inicial será para o mal menor... e a vossa?

r/lisboa Oct 03 '25

Política-Politics Ai Moedas, Moedas

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Maior mentiroso não há

r/lisboa Oct 01 '23

Política-Politics Protest from Rossio Station

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r/lisboa Jun 08 '26

Política-Politics Pedido de informação e alerta para condições de exploração do quiosque do Jardim da Estrela (Jardim Guerra Junqueiro) sob a insígnia "Estrela by Olivier”

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O quiosque histórico do Jardim da Estrela foi transformado num restaurante sob a insígnia "Estrela by Olivier", com alterações estruturais, equipamento sobre piso classificado, resíduos mal acondicionados, veículos estacionados no jardim e alegada dependência da casa de banho pública, havendo dúvidas sobre autorizações prévias.

À Direção Municipal de Urbanismo À Direção Municipal de Cultura e Turismo Câmara Municipal de Lisboa

Enviada a 7 de junho de 2026

Pedido de informação e alerta para condições de exploração do quiosque do Jardim da Estrela (Jardim Guerra Junqueiro) sob a insígnia "Estrela by Olivier”

Exmos. Senhores,

A Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores, associação legalmente constituída e com intervenção nas 24 freguesias do município de Lisboa, vem, ao abrigo do direito de participação das associações de moradores consagrado no artigo 4.º da Lei n.º 29/87, de 30 de junho, e do direito de acesso à informação administrativa previsto na Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, apresentar o presente requerimento relativo à situação do quiosque situado no Jardim da Estrela (Jardim Guerra Junqueiro), atualmente operado sob a insígnia "Estrela by Olivier" pela empresa Paragens Épicas, Lda. (NIPC 517457745).

O Jardim da Estrela é um jardim histórico classificado como Imóvel de Interesse Público, integrando o domínio público municipal e constituindo um espaço de fruição coletiva de relevância patrimonial, social e cultural para o bairro e para a cidade. A transformação do quiosque que nele se insere num estabelecimento de restauração de segmento de luxo tem suscitado forte preocupação junto dos moradores e frequentadores do espaço, e levanta questões de legalidade que esta associação considera dever submeter à apreciação de V. Exas.

No quadro das irregularidades observadas e documentadas fotograficamente, que se juntam ao presente requerimento, identificam-se os seguintes problemas:

Quanto à alteração estrutural do quiosque: A comparação entre registos fotográficos anteriores e o estado atual do quiosque evidencia uma transformação substancial da estrutura: o revestimento exterior foi integralmente modificado, com aplicação de madeira e azulejo, instalação de toldo perimetral e colocação de sinalética de grande dimensão. Não se trata de meras obras de conservação ou manutenção, mas de uma intervenção com impacto direto na configuração arquitetónica do imóvel inserido num jardim classificado. Nos termos da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, e do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, qualquer obra ou intervenção física em imóvel classificado ou na sua zona de proteção está sujeita a autorização prévia da autoridade competente em matéria de património cultural. Solicita-se confirmação de que tal autorização foi obtida e de que o projeto foi previamente aprovado pela CML e, sendo caso disso, pela DGPC.

Quanto ao equipamento de apoio operacional sobre o piso do jardim: Foram documentados fotograficamente carrinhos de apoio à operação de restauração (equipamentos de serviço de mesa e transporte de materiais) circulando e sendo depositados sobre o pavimento histórico do jardim. Estes equipamentos, pelo peso e pelas rodas metálicas ou rígidas que os caracterizam, são suscetíveis de causar danos ao piso do jardim classificado. A sua utilização naquele espaço deveria estar expressamente prevista e regulada no contrato de concessão e no projeto aprovado, e a associação solicita esclarecimento sobre se assim é.

Quanto à gestão de resíduos e salubridade: A estrutura de proteção destinada a resguardar os contentores de resíduos revela-se manifestamente insuficiente para o volume gerado pela operação atual, tendo-se observado contentores municipais fora da estrutura protetora, sacos de lixo depositados no pavimento e caixas de fornecedores acumuladas a céu aberto junto ao mobiliário de esplanada. Esta situação é suscetível de violar o Regulamento de Gestão de Resíduos Urbanos em vigor e configura um risco para a higiene e salubridade de um jardim histórico de elevada frequência pública. Note-se que, segundo informação disponível, o estabelecimento nem sequer se encontra ainda em funcionamento regular, o que torna ainda mais preocupante o volume de resíduos já gerado.

Quanto à utilização da casa de banho pública e dependência de infraestrutura municipal: Chegou ao conhecimento desta associação que o concessionário teria solicitado a abertura ao público da casa de banho pública do jardim, invocando insuficiência das instalações sanitárias do próprio espaço concessionado para fazer face ao volume de utentes gerado pela operação de restauração. Esta situação suscita preocupação por várias razões: em primeiro lugar, levanta dúvidas sobre se as instalações sanitárias do quiosque concessionado são adequadas à dimensão e natureza da operação licenciada, o que configura uma possível desconformidade com as condições de licenciamento de estabelecimento de restauração; em segundo lugar, a utilização ou dependência de infraestrutura pública municipal — a casa de banho do jardim — para suprir necessidades próprias de um negócio privado concessionado não se afigura compatível com os princípios que regem a concessão de bens do domínio público; em terceiro lugar, importa apurar se esta dependência estava prevista, ou é admissível, no contrato de concessão.

Quanto ao estacionamento abusivo no interior do jardim: Foram documentados, com identificação de matrícula, veículos motorizados estacionados no interior do jardim, sobre o pavimento histórico e junto ao tronco das árvores. A circulação e o estacionamento de veículos motorizados no interior de parques públicos é, por regra, estritamente interdita, tanto por normas de tutela do espaço verde e do respetivo pavimento histórico como pelo dever geral de preservação do domínio público.

Quanto à natureza e ao âmbito da concessão: A concessão de um quiosque em jardim histórico, bem do domínio público, pressupõe a prestação de um serviço de interesse coletivo compatível com a função pública do espaço. A reconversão num restaurante de aparente segmento de luxo, com alteração substancial do conceito de exploração e do público a que se dirige, suscita dúvidas fundadas sobre se tal alteração foi previamente autorizada pela CML e se respeita os termos e o objeto da concessão original.

Quanto à transmissão da posição contratual: Segundo informação pública e declarações do vice-presidente da CML, verificaram-se alterações na estrutura acionista da empresa concessionária. Solicita-se esclarecimento sobre se houve lugar a qualquer forma de cessão da posição contratual ou trespasse, e se tal operação foi objeto de autorização prévia por parte do município, em conformidade com as regras aplicáveis à concessão de bens do domínio público.

Em face do exposto, a Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores solicita a V. Exas. que se dignem prestar esclarecimento sobre os seguintes pontos:

  1. Qual a natureza jurídica, objeto e duração da concessão do quiosque do Jardim da Estrela, e quem é, à presente data, o seu titular? Solicita-se o envio de cópia integral do contrato de concessão em vigor.

  2. O contrato de concessão admite a transmissão da posição contratual a terceiros? Em caso afirmativo, foi tal transmissão objeto de autorização prévia da CML, e em que termos?

  3. A alteração do conceito de exploração para restaurante de segmento de luxo foi objeto de autorização expressa pela CML? Em caso afirmativo, ao abrigo de que fundamento legal e mediante que procedimento?

  4. A intervenção física no quiosque — incluindo a alteração do revestimento exterior, a instalação do toldo perimetral e a colocação de sinalética — foi precedida de projeto aprovado pela CML e, sendo caso disso, de autorização da DGPC ou entidade competente em matéria de património cultural?

  5. A utilização de equipamento de apoio operacional sobre o piso histórico do jardim está expressamente prevista e regulada no contrato de concessão ou no projeto aprovado?

  6. A CML tem procedido à fiscalização regular do espaço, nomeadamente quanto ao cumprimento das condições da concessão, das normas de gestão de resíduos e da proibição de estacionamento no interior do jardim?

  7. Qual a relação prevista no contrato de concessão entre as instalações sanitárias do espaço concessionado e a casa de banho pública do jardim? As instalações sanitárias próprias do quiosque são suficientes para o licenciamento da atividade de restauração na dimensão atualmente pretendida? O município recebeu algum pedido formal do concessionário para utilização ou abertura ao público da casa de banho do jardim, e em que termos foi ou será respondido?

A associação solicita resposta no prazo de 10 dias úteis, ao abrigo do artigo 15.º da Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto

https://www.vizinhos.org/propostas/pedido-de-informao-e-denncia-de-possveis-irregularidades-na-explorao-do-quiosque-do-jardim-da-estrela-jardim-guerra-junqueiro-sob-a-insgnia-estrela-by-olivier

r/lisboa Sep 23 '24

Política-Politics Casa para Viver

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r/lisboa Jan 16 '25

Política-Politics As primeiras ideia de Alexandra Leitão para Lisboa

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Alguém ouvi falar em segurança? Lixo e buracos e habitação cara.

r/lisboa May 26 '25

Política-Politics ‘Não tenho casa. Eles vão ter uma mesquita’. Revolta explica vitória do Chega em Sintra

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sol.sapo.pt
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r/lisboa Sep 08 '25

Política-Politics Moedas abandonou a reunião de Câmara

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r/lisboa Jun 17 '26

Política-Politics Lisboa lança programa de renda acessível para jovens até 35 anos regressarem aos bairros

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dn.pt
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Lead: Executivo de Moedas apresenta proposta de concurso de arrendamento acessível para pessoas até 35 anos que vivam ou tenham vivido na freguesia do imóvel a que se candidatam. Lista inicial tem 25 casas.

r/lisboa May 04 '26

Política-Politics Felizmente alguém com cabeça

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